O texto “A urgência de uma filosofia da fotografia” analisa a máquina fotográfica e a qualifica como aparelho, onde ela possui um programa que é utilizado pelo homem, o qual é classificado como funcionário.
A máquina fotográfica, ou caixa preta, é denominada de tal forma por sua circularidade, de maneira onde quem a utiliza pratica somente movimentos eternamente repetidos já programados. Outro motivo é a quantidade inesgotável de movimentos planejados que servem para prender a atenção de seu operador.
A relação do texto de Flusser com o mundo digital em constante evolução – onde pensamos cada vez mais informaticamente e programaticamente – é que para revolucionar e conquistar a liberdade é necessário ousadia e criatividade para achar as brechas dentro dos sistemas e fugir da alienação.
Com tanta automação é difícil pensar na existência de liberdade. O texto propõe a filosofia da fotografia, no qual para branquear o aparelho deve-se jogar contra o mesmo e sua programação, surpreender e ser criativo, que é o que abordaremos nesse blog!
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